Corinto tinha vários templos dedicados aos deuses. No de Afrodite (a deusa do amor), por exemplo, a orgia se estendia até o pôr-do-sol; no templo dedicado a Apolo (que representava o ideal de beleza masculina), suas estátuas em diversa posições apresentavam a nudez como sinal de virilidade e inspiravam a juventude da época à depravação através da exposição de seus corpos disponíveis a todo tipo de prazer, inclusive o homossexual ou pederasta.
A boêmia em Corinto era traduzida em “fornicar”, “depravar”, extravasar o prazer!
No capítulo 7 de Coríntios notamos claramente o problema da sexualidade naquela cidade. Entretanto, tal problema não acabou por ali. Atualmente os “templos de prostituição” semelhantes aos de Corinto estão armados em todos os lugares e por todos os meios possíveis!!
Quero falar um pouco sobre a mulher moderna nos dias de hoje e o adultério masculino. De antemão, solicito aos leitores deste post que me permitam tratar desse assunto de forma mais direta e realista. Vamos lá.
- E se a “irmãzinha” aparece assim na igreja?
Nem adoração extravagante dá pra vencer a tentação…
Várias vezes ouvi de alguns líderes repreensões acanhadas dizendo “irmãs, tenham pena de nós pregadores!”, em outros momentos também me recordo de ouvir histórias onde tal irmã sentou no banco da frente da igreja e só nas cruzadas de perna destruiu a pregação do pobre pastor.
Sabemos que estes dois relatos acima são “fichinhas” pra o que temos visto dentro de muitas igrejas, e por que não acrescentar nos Shows do Gosple (lá é que tem mesmo…). Por isso não falo nem do cotidiano nas ruas, dos ambientes de trabalho e da mídia – cujos estímulos visuais que tanto recarregam os desejos carnais masculinos se evidenciam -, mas do que se vê no meio dito cristão. Pois é, atualmente se vestir decentemente parece ser exceção.
Não é difícil encontrar uma mulher (jovem ou adolescente) na igreja que não goste de valorizar seus seios, e que de forma programada prepare o decote para ser desejada. Não é difícil encontrar uma mulher que vista um vestido longo colado ao corpo para que seu bumbum empinado seja “valorizado” e observado pela “santa macharada”. Não é difícil encontrar uma mulher que tendo suas pernas bem torneadas se aproveite para mostrar seu par de coxas, causando rebuliço no meio dos pobres mancebos. E o mais atual, não é difícil encontrar alguma “irmãzinha” que poste nas redes sociais alguma foto com segundas intenções. Da mesma forma, não é difícil encontrar um homem que tenha a disponibilidade instantânea de desejar o que se vê!
Lembro-me do caso de Davi. Aquele que ociosamente ficou em casa quando deveria estar no campo de batalha junto com seu exército (2Sa 11:1) e ali contemplou pela janela a nudez de Bate-Seba quando esta tomava banho. Vemos que o seu desejo carnal foi primeiramente alimentado pela visão, e como sabemos, a partir deste pecado, toda uma trama foi arquitetada por ele em volta do adultério com aquela bela mulher (2Sa 11), indo até às últimas consequências.
Tenho quase certeza de que nos dias de hoje não precisamos desta “janela” semelhante a da casa de Davi, outrossim, creio que haja situações em que a própria opção de não ir a “janela” se faz ausente. A “janela” de hoje é o mundo e está por todos os lados, cantos, dentro e fora do cotidiano; o fato é que quando a visualizamos rapidamente notamos o nível de depravação deste século (as tantas músicas erotizadas, as novelas que pedagogizam a traição, homossexualidade, hedonismo; a indústria pornô que não para de crescer, o grande número de viciados em pornografia pela internet e os casos mais complexos que chegam a níveis de adultério entre simples casais e entre casados).
Não pretendo aqui “crucificar” as mulheres, mas é notável que grande parte delas tem potencializado essa crise.
Ao comentar sobre a intenção de escrever sobre este tema, um amigo meu me sugeriu o seguinte título: “Mulher, o inferno na terra”. Claro que não o intitulei assim, mas compreendi o que ele bem quis dizer…
Tentando nortear o porquê de tantas mulheres, inclusive, tristemente as ditas cristãs, contribuírem para a fornicação e adultério através dos seus modos de se portar e vestir fiz uma breve pesquisa e aqui pude sugerir algumas causas, pelo menos notadas pelo meu senso comum:
1- O modismo
2 – Falta de bom senso quanto ao se vestir
3- A necessidade de se sentir desejada
4- A competitividade com outras mulheres
5- A banalização do namoro
6- A ideia da “ilusão” do casamento
7- O “direito” feminino de se emancipar sexualmente
8 – A descrença de que encontrará alguém sério para se relacionar em detrimento do sexo sem compromisso
9 – A desestrutura familiar
10 – O narcisismo
Em suma, todas estas sugestões se resumem no que a Bíblia chama de pecado!
A Palavra diz que a vontade de Deus é que seu povo seja santificado e se abstenha da imoralidade sexual (1 Ts 4:3). Cristo amplificou a realidade do problema: “Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela” (Mateus 5:28). Dá pra imaginar a gravidade da coisa?
Diante dessa violência simbólica corporal aonde quase tudo remete ao sexo e a erotização da vida em seus diversos aspectos, fico a pensar: “como não adulterar de acordo com os moldes do Novo Testamento’? Sugiro aos homens, andemos de olhos vendados! Não sejamos hipócritas, a coisa está muito séria.
Arte de Chocar
0 Comments:
Postar um comentário