Os deputados federais Jean Wyllys, Érika
Kokay e Domingos Dutra entraram com uma ação criminal contra o deputado
e pastor Marco Feliciano, seus assessores e, também, contra o pastor
Silas Malafaia, com base em informações de um perfil falso do Facebook,
atribuído ao pastor Silas (veja imagem abaixo).
Pr. Silas comenta:
Os deputados Jean Wylly, Érika Kokay e Dutra estão mais para três patetas do que para deputados federais. Vamos aos fatos:
1. A arma dos incompetentes é a calúnia e a difamação.
Vejam o absurdo em que chegaram três
deputados na tentativa de me incriminar em uma denúncia sem pé nem
cabeça, misturada com outros assuntos que não tem nada a ver comigo.
Usando um perfil falso do Facebook – o meu perfil oficial é Silas Malafaia Oficial – na tentativa de me incriminar junto ao Procurador da República.
2. O jogo é tão inescrupuloso e bandido
que ao tentarem misturar minha fala com a do deputado Marco Feliciano e
seus assessores, eles tentam, de maneira inescrupulosa, produzir uma
notícia na imprensa – onde eles possuem muitos amiguinhos – a fim de
dizer que estou sendo processado por formação de quadrilha. Isto é para
vocês verem aonde eles querem chegar e porque eu não me calo.
3. Os ativistas gays e seus defensores
não suportam o debate democrático, querem criminalizar a opinião, e, no
Brasil, amparado pela Constituição, opinião não é crime. A duras penas o
Brasil ficou livre do delito de opinião. O jornalista Alexandre Garcia
de maneira inteligente disse o seguinte: “Opinião homofóbica ou racista
não é crime. O crime é incentivar, ou praticar a homofobia, ou o
racismo”. Falar mal das práticas religiosas dos evangélicos não é crime,
o crime é incitar a sociedade a praticar maldades contra nós.
4. Já disse várias vezes que tenho
diferenças com o pastor Marco Feliciano, porém a questão não é ele, e
sim o jogo ideológico. Os ativistas gays e seus amigos querem calar
tanto ele quanto eu, pois não suportam o contraditório. Nenhum grupo
social tem o monopólio das ilegalidades, ou dos direitos. E olha que
coisa interessante, os que querem tirar o pastor Marco Feliciano da
presidência da CDHM, e os que querem tirar os meus direitos, são os
mesmos que defendem o aborto. Que moral esta gente tem para falar de
Direitos Humanos? Nenhuma!
5. Vou entrar na Procuradoria Geral da
República com uma ação contra os três deputados por denunciação
caluniosa. Mais uma vez peço ao povo de Deus que ore por nós. É uma
verdadeira batalha espiritual para deturpar os valores que Deus
instituiu na terra para o bem-estar do ser humano.
Mais uma vez o jornalista Reinaldo Azevedo da VEJA comentou o assunto de forma exepcional:
"O deputado
Jean Wyllys (PSOL-RJ) tem a mania de tratar como inimigas as pessoas
que discordam dele. Pior: parece achar que a homofobia é a única razão
que leva a essa discordância. É um sestro que carrega lá do BBB. Quando
foi indicado para o paredão, Pedro Bial quis saber por que, na sua
opinião, fora o mais votado. Ele mandou bala: “Vai ver é porque eu sou
gay”. Ali nascia o seu vitimismo agressivo e triunfante. Como os demais
participantes não eram gays, não podiam usar essa condição a seu favor. O
que diriam, afinal: “Fui indicado porque sou louro”, “fui indicada
porque sou mulher”, “fui indicado porque sou morena”, “fui indicado
porque sou hétero”? Wyllys acabou levando a bolada. Agora deputado, em
companhia de dois outros colegas, os petistas Érika Kokay (DF) e
Domingos Dutra (MA), Wyllys fez uma coisa feia: resolveu apelar à
Procuradoria-Geral da República para criminalizar seus adversários
políticos ou intelectuais. E ainda diz que o faz em nome da liberdade.
Um dos alvos, claro!, é o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente
da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Outro é o pastor
Silas Malafaia — nesse caso, então, a coisa vai além das franjas do
absurdo. Já chego ao ponto. Antes, algumas considerações." Você pode ler completo clicando AQUI.

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