A Igreja Universal do Reino de Deus reinaugurou o templo em Senegal,
na África. O prédio que entre 2010 e 2011 foi atacado, quebrado e
queimado por jovens muçulmanos.
A inauguração aconteceu no dia 10
de março e só agora divulgada pelo site Arca Universal que relatou que
durante os ataques tudo o que estava dentro da igreja foi destruído,
pessoas ficaram feridas e até mesmo uma Bíblia foi rasgada.
Enquanto
o prédio passava por reformas, os trabalhos com os fiéis e a
evangelização não foram interrompidos como explica o bispo Luís Valente,
responsável pela IURD naquele país.
Valente diz que não só a Igreja Universal como ele e os fiéis da igreja passaram por momentos difíceis.
Valente diz que não só a Igreja Universal como ele e os fiéis da igreja passaram por momentos difíceis.
“Depois
desse dia, só ficou na Igreja, firme, aqueles que tiveram um encontro
com Deus. Isso porque, incessantemente, eram vistas sempre nos jornais
matérias contra a Igreja, nos acusando de sermos feiticeiros, nos
chamando de seita satânica, falando até que bebíamos sangue humano. Não
foi nada fácil para o povo.”
No Senegal pelo menos 97% da população é adepta ao islamismo o que aumenta a dificuldade daqueles que escolhem se converter ao cristianismo. O bispo Luís Valente relata que muitos dos novos convertidos são desprezados pelos familiares e até expulsos de casa.
“Mulheres
foram abandonadas pelos maridos. Nos deparamos com jovens que chegavam
até nós sem comer, porque diziam que os pais os deixavam sem alimentos,
só para forçá-los a sair da Igreja”, diz o pastor.
Sobre a
inauguração, o líder da IURD no Senegal diz que a glória da segunda casa
será maior que a primeira, dizendo que os trabalhos da igreja
continuarão a serem exercidos independente das perseguições.

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